O Quarto do Menino
"No meu quarto que eu lia, escrevia, desenhava, pintava, imaginava mil projetos, criava outros mil objetos... Por isso, recebi o apelido de 'Menino do Quarto', título que adotei como pseudônimo e hoje, compartilho neste 'Quarto Virtual do Menino', o que normalmente ainda é gerado em meu próprio quarto". Bem, esse início já é passado; o 'menino' se casou (set/2008); há agora dois quartos, o do casal e o da bagunça... Assim, diretamente do quarto da bagunça, entrem e fiquem a vontade! Sobre a imagem de fundo: A primeira é uma reprodução do quadro "O Quarto" de Vicent Van Gogh; a segunda, é uma releitura que encontrei no site http://www.computerarts.com.br/index.php?cat_id=369. Esta longe de ser o MEU quarto da bagunça, mas em 2007, há um post em que cito o quadro de Van Gogh. Como disse, nada mais propício!!!... Passaram-se mais alguns anos, e o quarto da bagunça, já não é mais da bagunça... é o Quarto do Lorenzo, nosso primogênito, que nasceu em dezembro de 2010!
sábado, março 28, 2020
Uma cena
quarta-feira, março 25, 2020
Este cinzeiro não estava vazio?
segunda-feira, março 23, 2020
Eles escolheram, eu escolhi, nós escolhemos
domingo, março 22, 2020
O Homem ideal
sábado, março 21, 2020
O Doce da Vida
sexta-feira, março 20, 2020
quinta-feira, março 19, 2020
A casinha de Ana
quarta-feira, março 18, 2020
Você por aqui?!
quinta-feira, março 12, 2020
Uma Analogia Catártica
quarta-feira, fevereiro 26, 2020
sexta-feira, novembro 30, 2007
INVECE IL CENTO C’É
é fatto di cento.
Il bambino ha
cento lingue
cento mani
cento pensieri
cento modi di pensare
di giocare e di parlare
cento sempre cento
modi di ascoltare
de stupire di amare
cento allegrie
per cantare e capire
cento mondi
da scoprire
cento mondi
da inventare
cento mondi
da sognare.
Il bambino ha
cento lingue
(e poi cento cento cento)
ma gliene rubano novantanove.
la scuola e la cultura
gli separano la testa dal corpo.
Gli dicono:
de pensare senza mani
di fare senza testa
di ascoltare e di non parlare
di capire senza allegrie
di amare e di stupirsi
solo a Pascua e a Natale.
Gli dicono:
di scoprire el mondo che già c’é
e di cento
gliene rubano novantanove.
Gli dicone:
che il gioco e il lavoro
la realtà e a la fantasia
la scienza e l’immaginazione
il cielo e la terra
la ragione e il sogno
sono cose
che non stanno insigne.
Gli dicono insomma
che il cento non c’é.
Il bambino dice:
invece il cento c’é.
Loris Malaguzzi
In: EDWARDS, C.; FORMAN, G.; GANDINI, L. As cem linguagens da criança: a abordagem de Reggio Emilia na educação da primeira infância. Tradução Dayse Batista. Porto Alegre: Artmed, 1999.
Le risposte più vere, (Madre Teresa di Calcutta) - As respostas mais verdadeiras
O dia mais belo? Hoje.
L’ostacolo più grande? La paura.
O maior obstáculo? O medo.
La cosa più facile? Sbagliarsi.
A coisa mais fácil? Errar.
L’errore più grande? Rinunciare.
O maior erro? Renunciar.
La radice di tutti i mali? L’egoismo.
A raiz de todos os males? O egoísmo.
La distrazione migliore? Il lavoro.
A melhor distração? O trabalho.
La sconfitta peggiore? Lo scoraggiamento.
O pior fracasso. O desânimo.
I migliori professionisti? I bambini.
Os melhores profissionais? As crianças.
Il primo bisogno? Comunicare.
A primeira necessidade? Comunicar.
La felicità più grande? Essere utili agli altri.
A maior felicidade? Ser úteis aos outros.
Il mistero più grande? La morte.
O maior mistério? A morte.
Il difetto peggiore? Il malumore.
O pior defeito? O mau humor.
La persona più pericolosa? Quella che mente.
A pessoa mais perigosa? Aquela que mente.
Il sentimento più brutto? Il rancore.
O sentimento mais selvagem? O rancor.
Il regalo più bello? Il perdono.
O presente mais belo? O perdão.
Quello indispensabile? La famiglia.
Aquilo que é indispensável? A família.
La rotta migliore? La via giusta.
O melhor caminho? A via justa.
La sensazione più piacevole? La pace interiore.
A sensação mais prazerosa? A paz interior.
L’accoglienza migliore? Il sorriso.
A melhor acolhida? O sorriso.
La miglior medicina? L’ottimismo.
A melhor medicina? O otimismo.
La soddisfazione più grande? Il dovere compiuto.
A maior satisfação? O dever cumprido.
La forza più grande? La fede.
A maior força? A fé.
Le persone più necessarie? I sacerdoti.
As pessoas mais necesarias? Os sacerdotes.
La cosa più bella del mondo? L’amore.
A coisa mais bela do mundo? O amor.
Retirado de: http://paroledivita.wordpress.com/, acesso dia 24/11/2007
sábado, julho 07, 2007
Eles vieram felizes, como
para grande jogos atléticos,
com um largo sorriso no rosto,
com forte esperança no peito,
- porque eram jovens e eram belos.
Marte, porém soprava fogo
por estes campos e estes ares.
E agora estão na calma terra,
sob estas cruzes e estas flores,
cercados por montanhas suaves.
São como um grupo de meninos
num dormitório sossegado,
com lençóis de nuvens imensas,
e um longo sono sem suspiros,
de profundíssimo cansaço.
Suas armas foram partidas
ao mesmo tempo que seu corpo.
E, se acaso sua alma existe,
com melancolia recorda
o entusiasmo de cada morto.
Este cemitério tão puro
é um dormitório de meninos:
e as mães de muito longe chamam,
entre as mil cortinas do tempo
cheias de lágrimas, seus filhos.
Chamam por seus nomes, escritos
nas placas destas cruzes brancas.
Mas, com seus ouvidos quebrados,
com seus lábios gastos de morte,
que hão de responder estas crianças?
E as mães esperam que ainda acordem,
como foram, fortes e belos,
depois deste rude exercício,
desta metralha e deste sangue,
destes falsos jogos atléticos.
Entretanto, céu, terra, flores,
é tudo horizontal silêncio.
O que foi chaga, é seiva e aroma,
- do que foi sonho não se sabe
e a dor vai longe, no vento...
____________________
Pistoia - Cimitero Militare Brasiliano
Felici essi vennero, come
per grandi gare sportive,
con largo sorriso sui volto,
perch'erano giovani e belli.
Ma Marte soffiava fuoco
in questi campi e in quest'aure.
E ora stanno nella terra calma,
sotto queste croci e questi fiori,
cinti di soavi montagne.
Son come un gruppo di bimbi
in un dormitorio tranquillo,
con lenzuola d'immense nubi,
e un lungo sonno senza sospiri,
di profondissima stanchezza.
Le loro armi furono spezzate
insieme con il loro corpo.
E se per caso hanno un'anima
con malinconia ricordano
l'entusiamo di ogni morto.
Questo cimitero si puro
è un dormitorio di bimbi:
e le madri da lunge chiamano,
tra le mile cortine del tempo,
piene de lagrime, i loro figli.
Chiamano i loro nomi, scritti
sulle placche delle croci bianche.
Ma, con le orecchie spezzate,
con le labbra corrose dalla morte,
come rispondere, queste creature?
Quelle ancor sperano che si destino,
tal qualli furono, forti e belli,
dopo questo rude esercizio,
questa mitraglia e questo sangue,
queste false gare sportive.
Intanto, e cielo, e terra, e fiori,
tutto é orizzontale silenzio.
Quel che fu piaga, è linfa e aroma,
- di quel che fu sogno non si sa -
e il dolore va lontano, nel vento.
In: Poemas Italianos - Cecília Meireles, com versão italiana de Edoardo Bizzarri. São Paulo: Instituto Ítalo-brasileiro, 1968. p. 78-81.
















